Compêndio de Melhores Práticas para Agências Aduaneiras – Região das AméricasUma coleção de estudos de caso de países participantes das Cúpulas de Combate ao Comércio Ilícito dos Diretores-Gerais de Aduanas – Américas.
Um dos principais aprendizados da primeira cúpula realizada com a Autoridad Nacional de Aduanas do Panamá (ANA), na Cidade do Panamá, em 2024, foi o reconhecimento universal do fórum como um meio valioso para compartilhar experiências e melhores práticas entre os participantes.
Esse espírito de colaboração e compromisso com a promoção do diálogo e da troca de conhecimentos manteve-se em nossa segunda cúpula, realizada em parceria com a Dirección de Impuestos y Aduanas Nacionales (DIAN), em Cartagena, em 2025. Este compêndio registra esses resultados e os apresenta de forma a agregar valor às tarefas operacionais do dia a dia no combate ao comércio ilícito. As “melhores práticas” aqui delineadas buscam aumentar a eficácia, reduzir custos e ineficiências, acelerar a inovação e encurtar a curva geral de aprendizado para as autoridades aduaneiras da região, do Canadá até o extremo sul da América do Sul. Um documento vivo Este Compêndio foi concebido para funcionar como uma plataforma de intercâmbio contínuo. É um documento de trabalho, construído a partir dos insights das Cúpulas e da colaboração contínua. O Compêndio capta o que funciona hoje e fornece uma estrutura para atualizar e expandir continuamente essa base de conhecimento. Principais conclusões Os insumos coletados pela TRACIT por meio de cúpulas anteriores, entrevistas aprofundadas, respostas a questionários e discussões contínuas nas cúpulas demonstram um alto nível de alinhamento entre as administrações aduaneiras da região. Os insumos apontam invariavelmente para:
As administrações esperam que a cooperação:
Dentro do Compêndio
“O comércio eletrônico e as remessas expressas transformaram o panorama de risco. As organizações criminosas agora exploram a velocidade, o volume e a fragmentação. Ao mesmo tempo, ameaças tradicionais como subfaturamento, classificação incorreta e contrabando estão se tornando mais organizadas e orientadas por dados. Esse contexto exige uma mudança clara de controles reativos para ações orientadas por inteligência, baseadas em risco e de caráter antecipatório. As autoridades aduaneiras devem atuar mais cedo na cadeia de suprimentos, com melhores dados, maior capacidade de direcionamento e cooperação mais estreita.” Fabiano Coelho
Undersecretary of Customs Administration Special Secretariat of the Federal Revenue - Brazil |
Acesse o Compêndio
MEDIA CENTER |